

Prompt / Lyrics
Mesmo eu querendo o bem dele Ele nunca quis o meu Usava facas nas palavras Pra cortar tudo o que sou eu Ele cuspia ódio lento Pra me ver sangrar por dentro Queria me ver pequeno Queria roubar meu tempo Ele dizia: “abaixa a cabeça” Ele ria da minha dor Cada frase era uma lâmina A cortar sem sentir amor Ele tinha o poder na mão Mas não tinha paz no coração Porque quem vive de ferir Já vive em perdição Ele tentou me afundar Me fazer perder o chão Mas a luz do céu desceu E entrou no meu pulmão Respirei o ar que Deus deixou Quando tudo quis me calar E eu gritei mesmo ferido: Obrigado, Pai, ainda posso respirar Mesmo com as facas a me cortar Mesmo com o medo a gritar Ele mandava eu me abaixar Pra se sentir maior que eu Mas quem anda com Deus Nunca fica só no breu Ele vai lembrar, eu sei De cada faca que lançou Das palavras que feriram Do desprezo que espalhou Porque a vida cobra em silêncio O que a boca cuspiu em vão Quem planta ódio na estrada Colhe peso no coração Eu fiquei de pé, ferido Mas com a alma limpa e fiel Ele ficou com o poder Eu fiquei com Deus e o céu Não devolvi corte em corte Não respondi com veneno Porque a minha força vem De não ser como ele, mesmo Hoje eu respiro livre Mesmo com cicatriz Ele ainda foge do espelho Porque sabe o que fez E se um dia me encontrar Vai baixar o olhar no chão Porque eu sobrevivi às facas dele pai meu deus E ele não venceu meu coração
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Moody alt-pop rock, midtempo groove. Clean electric guitar arpeggios over warm bass, dry punchy drums. Verses, male
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No
2/5/2026