

Prompt / Lyrics
Deus meu Pai, ainda me lembro Do ferro já cravado no chão Ferrugem no tempo, preso na terra Esperando libertação O aparelho ficou parado Quinze dias sem ninguém tocar O amigo do homem do poder Deixou ali… a enferrujar Veio a alma santa, lançou à frente Pra que todos pudessem ver Mas quando o ferro se partiu Quiseram em mim o peso pôr E suas palavras ecoaram frias: “Onde se trabalha, se parte, irmão!” Mas não foi o trabalho que partiu o ferro Foi o abandono… foi a omissão Ficaram de cara de pau, Pai Como se nada fosse verdade Mas o céu estava olhando tudo E escreveu justiça na eternidade Eu só fiz o que precisava Libertar o que estava preso Mas quem deixou o tempo matar Não quis assumir o erro O amigo calado, o homem do poder Unidos na mesma versão Mas minha alma ficou firme Não deixei entrar veneno no coração Pai, tu viste o ferro partir Mas viste também minha intenção Não era raiva, não era maldade Era trabalho… era missão Quem acusa pra se esconder Carrega medo na própria mão Mas quem trabalha com verdade Nunca perde a direção Onde se trabalha, se parte, sim Mas não se parte o caráter não Podem quebrar ferro, máquina, voz Mas não quebram um coração Deus meu Pai, tu estavas lá Quando ficaram de cara de pau E o céu escreveu no silêncio: “A verdade sempre vence o mal.”
Tags
Baile de favela, Brazilian Funk, Power K-Pop
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2/12/2026