

Prompt / Lyrics
[Verse 1] Vila do Conde no rio Água fria a puxar Eu miúdo Peito vazio Só queria aguentar Rio puxa Braço falha Joelho a rasgar no sal Cada onda era batalha Cada fôlego um sinal [Chorus] E eu a cair do céu Cem vezes sem me agarrar Sempre o mesmo pesadelo Acordo antes de tocar O chão que nunca chega Só o grito a ecoar Eu a cair do céu Sem lugar pra aterrar [Verse 2] De criança era meu Esse jeito de enfrentar Voz estranha no cabelo Sussurrava pra eu parar As paredes do meu quarto Sabem tudo o que eu não sei A noite é um barco farto Que eu bordo mas não segurei [Chorus] E eu a cair do céu Cem vezes sem me agarrar Sempre o mesmo pesadelo Acordo antes de tocar O chão que nunca chega Só o grito a ecoar Eu a cair do céu Sem lugar pra aterrar [Bridge] Lutando contra a corrente Contra aquilo que não se vê Se calhar não há monstros lá fora Só os que eu guardo em mim Eu sei (hey) [Chorus] E eu a cair do céu Cem vezes sem me agarrar Sempre o mesmo pesadelo Acordo antes de tocar Mas hoje o salto é meu Eu escolho onde ficar Continuo a cair do céu Até aprender A voar
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Moody indie-pop ballad in Portuguese, male vocals; intimate verses over sparse electric guitar and warm sub-bass, brushed drums entering on the first chorus. Choruses bloom with airy synth pads and close harmonies, kick and toms lifting the emotion. Bridge strips back to vocal and guitar, then final chorus hits wider with reverb-soaked backing vocals and a gentle, cinematic swell.
2:49
No
1/27/2026