

Prompt / Lyrics
[Verso 1] Deus Meu Pai Ainda me lembro Do homem do poder gritando lá em cima Mandou tudo rasgado pra cima da mesa Assinou nossa culpa Nem leu a ferida Quando chegou seu amigo Rindo torto Apertando a mão com olhar de mentira Ninguém perguntou de onde vinha o sangue Só quem tava embaixo sentiu a notícia [Refrão] Deus Meu Pai O veneno não falou Foi o silêncio que matou aquele dia Ele não contou o erro que deixou Só carimbou nossa dor em papel de covardia Deus Meu Pai O veneno não falou Foi o poder que escreveu nossa agonia Ele não contou o erro que deixou E a rua decorou a sentença fria [Verso 2] Deus Meu Pai Ainda escuto Os gritos presos dentro do peito Quando o homem do palanque apontou o dedo Nos chamou de praga De caso perdido De jeito Seu amigo ao lado Terno engomado Tava rindo baixo Tomando café Ninguém lembrou do choro das mães O crime virou número num rodapé [Refrão] Deus Meu Pai O veneno não falou Foi o silêncio que matou aquele dia Ele não contou o erro que deixou Só carimbou nossa dor em papel de covardia Deus Meu Pai O veneno não falou Foi o poder que escreveu nossa agonia Ele não contou o erro que deixou E a rua decorou a sentença fria
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Dark acoustic rap ballad in Portuguese, male vocals; close-mic’d vocal over slow minor-key guitar and ominous sub-bass. Verses stay almost spoken, confessional; chorus opens with wider reverb and layered low harmonies. Subtle trap hats and distant choirs creep in on the second hook, ending on a stark, dry vocal line a cappella.
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2/14/2026